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1.
A Divina Comédia -Dante Alighieri
2.
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3.
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4.
Dom Casmurro -Machado de Assis
5.
Cancioneiro -Fernando Pessoa
6.
Romeu e Julieta -William Shakespeare
7.
A Cartomante -Machado de Assis
8.
Mensagem -Fernando Pessoa
9.
A Carteira -Machado de Assis
10.
A Megera Domada -William Shakespeare
11.
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12.
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13.
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14.
Dom Casmurro -Machado de Assis
15.
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16.
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17.
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18.
A Carta -Pero Vaz de Caminha
19.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20.
Macbeth -William Shakespeare
21.
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22.
A Tempestade -William Shakespeare
23.
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24.
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25.
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26.
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27.
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28.
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29.
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30.
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
33.
Arte Poética -Aristóteles
34.
Conto de Inverno -William Shakespeare
35.
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36.
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37.
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38.
A Metamorfose -Franz Kafka
39.
A Cartomante -Machado de Assis
40.
Rei Lear -William Shakespeare
41.
A Causa Secreta -Machado de Assis
42.
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43.
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44.
Júlio César -William Shakespeare
45.
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47.
Cancioneiro -Fernando Pessoa
48.
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49.
A Ela -Machado de Assis
50.
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51.
Dom Casmurro -Machado de Assis
52.
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54.
Adão e Eva -Machado de Assis
55.
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56.
A Chinela Turca -Machado de Assis
57.
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58.
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59.
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60.
Iracema -José de Alencar
61.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
62.
Ricardo III -William Shakespeare
63.
O Alienista -Machado de Assis
64.
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65.
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66.
A Carteira -Machado de Assis
67.
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68.
Senhora -José de Alencar
69.
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71.
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72.
Sonetos -Luís Vaz de Camões
73.
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74.
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75.
Iracema -José de Alencar
76.
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77.
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78.
O Guarani -José de Alencar
79.
A Mulher de Preto -Machado de Assis
80.
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81.
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82.
A Pianista -Machado de Assis
83.
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85.
A Herança -Machado de Assis
86.
A chave -Machado de Assis
87.
Eu -Augusto dos Anjos
88.
As Primaveras -Casimiro de Abreu
89.
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90.
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91.
Quincas Borba -Machado de Assis
92.
A Segunda Vida -Machado de Assis
93.
Os Sertões -Euclides da Cunha
94.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95.
O Alienista -Machado de Assis
96.
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97.
Medida Por Medida -William Shakespeare
98.
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99.
A Alma do Lázaro -José de Alencar
100.
A Vida Eterna -Machado de Assis
101.
A Causa Secreta -Machado de Assis
102.
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103.
Divina Comedia -Dante Alighieri
104.
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105.
Coriolano -William Shakespeare
106.
Astúcias de Marido -Machado de Assis
107.
Senhora -José de Alencar
108.
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109.
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111.
A ‘Não-me-toques’ ! -Artur Azevedo
112.
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113.
Obras Seletas -Rui Barbosa
114.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
115.
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116.
Aurora sem Dia -Machado de Assis
117.
Édipo-Rei -Sófocles
118.
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119.
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120.
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121.
Tito Andrônico -William Shakespeare
122.
Adão e Eva -Machado de Assis
123.
Os Sertões -Euclides da Cunha
124.
Esaú e Jacó -Machado de Assis
125.
Don Quixote -Miguel de Cervantes
126.
Camões -Joaquim Nabuco
127.
Antes que Cases -Machado de Assis
128.
A melhor das noivas -Machado de Assis
129.
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130.
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131.
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132.
Helena -Machado de Assis
133.
Contos -José Maria Eça de Queirós
134.
A Sereníssima República -Machado de Assis
135.
Iliada -Homero
136.
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137.
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138.
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139.
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140.
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco.. -Fernando Pessoa
141.
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142.
A Carne -Júlio Ribeiro
143.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144.
Don Quijote -Miguel de Cervantes
145.
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146.
A Semana -Machado de Assis
147.
A viúva Sobral -Machado de Assis
148.
A Princesa de Babilônia -Voltaire
149.
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150.
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151.
Papéis Avulsos -Machado de Assis
152.
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153.
Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
154.
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155.
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156.
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157.
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158.
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159.
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160.
Almas Agradecidas -Machado de Assis
161.
Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162.
Contos Fluminenses -Machado de Assis
163.
Odisséia -Homero
164.
Quincas Borba -Machado de Assis
165.
A Mulher de Preto -Machado de Assis
166.
Balas de Estalo -Machado de Assis
167.
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169.
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170.
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171.
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172.
Cinco Minutos -José de Alencar
173.
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174.
Lucíola -José de Alencar
175.
A Parasita Azul -Machado de Assis
176.
A Viuvinha -José de Alencar
177.
Utopia -Thomas Morus
178.
Missa do Galo -Machado de Assis
179.
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180.
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181.
Hamlet -William Shakespeare
182.
A Ama-Seca -Artur Azevedo
183.
O Espelho -Machado de Assis
184.
Helena -Machado de Assis
185.
As Academias de Sião -Machado de Assis
186.
A Carne -Júlio Ribeiro
187.
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188.
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189.
Antes da Missa -Machado de Assis
190.
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191.
A Carta -Pero Vaz de Caminha
192.
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193.
A mulher Pálida -Machado de Assis
194.
Americanas -Machado de Assis
195.
Cândido -Voltaire
196.
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197.
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198.
Conto de Escola -Machado de Assis
199.
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200.
Iluminuras -Arthur Rimbaud
201.
Schopenhauer -Thomas Mann
202.
Carolina -Casimiro de Abreu
203.
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204.
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205.
Memorial de Aires -Machado de Assis
206.
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207.
A última receita -Machado de Assis
208.
7 Canções -Salomão Rovedo
209.
Antologia -Antero de Quental
210.
O Alienista -Machado de Assis
211.
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212.
Alma Inquieta -Olavo Bilac
213.
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214.
A Semana -Machado de Assis
215.
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216.
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217.
Esaú e Jacó -Machado de Assis
218.
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219.
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220.
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221.
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222.
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223.
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224.
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225.
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226.
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227.
O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
228.
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229.
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230.
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231.
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232.
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233.
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234.
A Bela Madame Vargas -João do Rio
235.
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236.
Cinco Mulheres -Machado de Assis
237.
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238.
O Cortiço -Aluísio Azevedo
239.
RELIQUIAE -Florbela Espanca
240.
Minha formação -Joaquim Nabuco
241.
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242.
Auto da Alma -Gil Vicente
243.
345 -Artur Azevedo
244.
O Dicionário -Machado de Assis
245.
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247.
AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248.
Cinco minutos -José de Alencar
249.
Lucíola -José de Alencar
250.
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251.
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252.
A Alegria da Revolução -Ken Knab
253.
O Ateneu -Raul Pompéia
254.
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255.
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256.
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257.
Noite de Almirante -Machado de Assis
258.
O Sertanejo -José de Alencar
259.
A Conquista -Coelho Neto
260.
Casa Velha -Machado de Assis
261.
O Enfermeiro -Machado de Assis
262.
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263.
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264.
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265.
Poemas -Safo
266.
A Viuvinha -José de Alencar
267.
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268.
Contos para Velhos -Olavo Bilac
269.
Ulysses -James Joyce
270.
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271.
Cícero -Plutarco
272.
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273.
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274.
As Religiões no Rio -João do Rio
275.
Várias Histórias -Machado de Assis
276.
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277.
Bons Dias -Machado de Assis
278.
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279.
A Capital Federal -Artur Azevedo
280.
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281.
As Forças Caudinas -Machado de Assis
282.
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283.
Balas de Estalo -Machado de Assis
284.
AS VIAGENS -Olavo Bilac
285.
Antigonas -Sofócles
286.
A Dívida -Artur Azevedo
287.
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288.
Uns Braços -Machado de Assis
289.
Ubirajara -José de Alencar
290.
Poética -Aristóteles
291.
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292.
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293.
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294.
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295.
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296.
Via-Láctea -Olavo Bilac
297.
O Mulato -Aluísio de Azevedo
298.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
299.
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300.
A Pata da Gazela -José de Alencar
301.
BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302.
Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304.
O que é o Casamento? -José de Alencar
305.
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht


Arnaldo Jabor para as mulheres com mais de 30.

mulher na praia



Isto é para as mulheres de 30 anos pra cima…
E para todas aquelas que estão entrando nos 30,
e para todas aquelas que estão com medo de entrar nos 30…
E para homens que têm medo de meninas com mais de 30!!!
“ A medida que envelheço, e convivo com outras,
valorizo mais as mulheres que estão acima dos 30.
Estas são algumas razões do porquê:
- Uma mulher de 30 nunca o acordará
no meio da noite para perguntar: “O que você está pensando?”
Ela não se importa com o que você pensa,
mas se dispõe de coração se você tiver intenção de conversar.
- Se a mulher de 30 não quer assistir ao jogo, ela não fica
à sua volta resmungando.
Ela faz alguma coisa que queira fazer.
E, geralmente è alguma coisa bem mais interessante.
- Uma mulher de 30 se conhece o suficiente
para saber quem é, o que quer e quem quer.
Poucas mulheres de 30 se incomodam com
o que você pensa dela ou sobre o que ela esta fazendo.
- Mulheres dos 30 são honradas.
Elas raramente brigam aos gritos com
você durante a ópera ou no meio de um
restaurante caro. É claro, que se você merecer,
elas não hesitarão em atirar em você, mas só
se ainda sim elas acharem que poderão se
safar impunes.
- Uma mulher de 30 tem total confiança
em si para apresentar-te para suas melhores amigas.
Uma mulher mais nova com um homem tende a
ignorar mesmo sua melhor amiga porque ela
não confia no cara com outra mulher.
E falo por experiência própria. Não se fica
com quem não confia, vivendo e aprendendo né???
- Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem.
Você nunca precisa confessar seus pecados
para uma mulher de 30. Elas sempre sabem….
- Uma mulher com mais de 30 fica linda usando
batom vermelho. O mesmo não ocorre com
mulheres mais jovens.
- Mulheres mais velhas são diretas e honestas.
Elas te dirão na cara se você for um idiota,
se você estiver agindo como um!
- Você nunca precisa se preocupar onde se
encaixa na vida dela. Basta agir como homem,
e o resto deixe que ela faça;.
- Sim, nós admiramos as mulheres com mais
de 30 por um “sem” números de razões.
Infelizmente, isso não é recíproco.
Para cada mulher de mais de 30, estonteante,
inteligente, bem apanhada e sexy,
existe um careca, velho, pançudo em
calças amarelas bancando o bobo para
uma garçonete de 22 anos.
Senhoras, EU PEÇO DESCULPAS:
Para todos os homens que dizem,
“porque comprar uma vaca se você pode
beber o leite de
graça?”, aqui está a novidade para vocês:
Hoje em dia 80% das mulheres são contra
o casamento, sabe por quê?
Porque as mulheres perceberam que
não vale a pena comprar um porco inteiro
só para ter uma lingüiça.

Nada mais justo.”


Arnaldo Jabor

Como tudo começou – Creúsculo/Twilight

É fascinante a história de sucesso dessa autora, a Stephenie Meyer. Fuçando em seu site (www.stepheniemeyer.com) descobri como a mesma fez essa genial obra que deu origem as suas sucessoras:

“Eu recebo uma tonelada de perguntas sobre como eu vim com a história de Twilight e como consegui-lo publicado. Posso estar matando minha página de FAQ, fazendo isso, mas aqui está toda a história:

A Escrita: Eu sei a data exata em que começou a escrever Crepúsculo, porque ele também foi o primeiro dia de aulas de natação para os meus filhos. Então eu posso dizer com certeza que tudo começou em 2 de junho de 2003. Até este ponto, eu não tinha escrito nada além de alguns capítulos (de outras histórias) que nunca cheguei muito longe, e nada desde o nascimento do meu primeiro filho, seis anos antes.

Eu acordei (naquele 2 de junho) a partir de um sonho muito vívido. No meu sonho, duas pessoas estavam tendo uma conversa intensa em uma campina na floresta. Uma dessas pessoas era apenas uma garota a sua média. A outra pessoa era fantasticamente linda, brilhante, e um vampiro. Eles estavam discutindo as dificuldades inerentes ao fato de que A) eles foram caindo no amor com os outros, enquanto B) o vampiro estava particularmente atraído pelo cheiro do sangue dela, e estava tendo um momento difícil imobilizar-se de matá-la imediatamente. Por que é essencialmente uma transcrição do meu sonho, por favor consulte o capítulo 13 ( “Confissões”) do livro.

Embora eu tivesse um milhão de coisas para fazer (ou seja, fazer café da manhã para as crianças com fome, vestir e trocar as fraldas das crianças, disse, encontrando as roupas de banho que ninguém coloca longe no lugar certo, etc), eu fiquei na cama, pensando o sonho.Fiquei tão intrigado com a história do casal sem nome que eu odiava a idéia de esquecê-lo, era o tipo de sonho que faz você querer chamar sua amiga e chatear ela com uma descrição detalhada. (Além disso, o vampiro era tão enervante de boa aparência, que eu não queria perder a imagem mental.) Involuntariamente, acabei por me levantei e fiz as necessidades imediatas e, em seguida, colocar tudo o que eu poderia possivelmente em banho-maria e sentou-se ao computador para escrever algo que eu não tinha feito há tanto tempo que eu me perguntava por que eu estava incomodando. Mas eu não queria perder o sonho, então eu digitei o máximo que eu podia lembrar, chamando os personagens de “ele” e “ela”.

Desse momento em diante, não passou um dia que eu não escrevo alguma coisa. Em dia ruim, eu teria que digitar apenas uma ou duas páginas, em bom dia, gostaria de terminar um capítulo e então alguns. Eu escrevia principalmente à noite, depois que as crianças estavam dormindo, para que eu pudesse me concentrar por mais de cinco minutos sem ser interrompido. Eu comecei na cena no prado e escreveu até o fim. Então eu voltei para o início e até escreveu as peças se encaixassem. Eu dirigi o ponto de ouro “que ligavam no final de agosto, três meses depois.

Levei algum tempo para encontrar nomes para a dupla anônima. Para o meu vampiro (quem eu era apaixonado desde o primeiro dia), decidi usar um nome que já tinha sido considerado romântico, mas que havia caído de popularidade nas últimas décadas. Sr. Charlotte Bronte’s Mr. Rochester e Jane Austen Ferrars foram os personagens que me levaram ao nome de Edward. Eu fiquei tentando e descobri que se encaixa bem. Meu personagem feminina foi mais difícil. Nada que eu nomeou parecia perfeito. Depois de passar tanto tempo com ela, eu a amava como uma filha, e nenhum nome foi bom o suficiente.Finalmente, inspiradas por esse amor, eu dei-lhe o nome que eu estava guardando para a minha filha, que nunca tinha aparecido e era pouco para colocar em uma aparição neste ponto: Isabella. Hurra! Edward e Bella foram nomeados. Para o resto dos personagens, eu fiz um monte de pesquisar nos registros censitários de idade, à procura de nomes populares nos tempos que eles haviam nascido. Algumas curiosidades: Rosalie era originalmente “Carol” e Jasper foi o primeiro “Ronald”. Eu gosto de os novos nomes muito melhor, mas de vez em quando eu escorregava e trocava Carol ou Ron por acidente. É realmente confunde as pessoas que lêem meus rascunhos.

Pela minha definição, eu sabia que precisava de algum lugar ridiculamente chuvoso. Virei-me para o Google, como eu faço para todas as minhas necessidades de investigação, e olhou para o local com maior precipitação em os U. S. Este acabou por ser a Península Olímpica no estado de Washington. Puxei mapas da área e estudá-los, procurando por algo pequeno, fora do caminho, cercado por florestas … E ali, exatamente onde eu queria que fosse, era uma pequena cidade chamada “Forks”. Não poderia ter sido mais perfeito se eu tivesse chamado-o eu mesmo. Eu fiz uma pesquisa de imagens do Google na área, e se o nome não tinha me vendido, as fotografias belíssimas teria feito o truque. (Imagens como essas da Floresta Hoh (uma curta distância de Forks). Veja também garfos-web.com). Na pesquisa Forks, eu descobri o a Reserva La Push, o lar da tribo Quileute. Quileute, a história é fascinante, e alguns membros da tribo fictícia rapidamente tornou-se intrínseca à minha história.

Todo esse tempo, Bella e Edward estavam, literalmente, as vozes na minha cabeça. Eles simplesmente não se calaram. Eu ia ficar até tão tarde quanto eu poderia estar tentando fazer todas as coisas em minha mente digitado para fora, e depois engatinhar, exaustos, na cama (meu bebê ainda não estava dormindo durante à noite, até o momento) só para ter outra conversa iniciar na minha cabeça. Eu odiava perder alguma coisa por esquecimento, assim que eu levantar a cabeça para trás e para baixo para o computador. Eventualmente, eu tenho uma caneta e um caderno ao lado da minha cama para anotar. Era sempre um desafio emocionante de manhã para tentar decifrar as coisas que eu tinha rabiscado através da página no escuro.

Durante o dia, eu não podia ficar longe do computador, qualquer um. Quando eu estava preso em aulas de natação, nos 115 graus da luz do sol Phoenix, gostaria de enredo e regime e voltar para casa com tantas coisas novas que eu não conseguia digitar rápido o suficiente. Foi o seu verão Arizona típico, quente, ensolarado, quente e quente, mas quando penso voltar aos três meses, eu me lembro de chuva e frio coisas verdes, como se eu realmente passasse o verão na Mata Olímpicos.

Quando eu ia terminar o corpo do romance, comecei a escrever epílogos … lotes de epílogos.Isso acabou induzindo-me para o fato de que eu não estava pronta para abrir mão de meus personagens, e eu comecei a trabalhar na sequência. Enquanto isso, continuou a editar Crepúsculo de uma forma muito obsessiva-compulsiva.

Minha irmã mais velha, Emily, era a única que realmente sabia o que estava fazendo. Em junho, eu comecei a lhe enviar capítulos que acabei eles, e ela logo se tornou minha melhor torcida. Ela sempre foi verificar para ver se eu tinha algo novo para ela. Emily foi quem primeiro sugeriu, depois que eu tinha terminado, que eu deveria tentar obter Twilight publicado.Fiquei tão chocada pelo fato de eu realmente terminar um livro todo, que eu decidi olhar para ele.

Para dizer o mínimo, eu era ingênua sobre a publicação. Eu pensei que funcionava assim: você imprimia uma cópia de seu romance, embrulhava em papel pardo, e enviava-o para uma editora. Ho ho ho, isso é uma boa. Comecei procurar (naturalmente) e comecei a descobrir que essa não era a forma como é feito. Todo o conjunto com consulta de letras, agentes literários, apresentação simultânea contra envios exclusivos sinopses, etc, foi extremamente intimidante, e eu quase não saia. Certamente não era a minha crença no talento fabuloso que me fez avançar, eu acho que era justo que eu amava tanto os meus personagens, e eles estavam tão real para mim, que eu queria que outras pessoas os conhecesse também.

Eu subscrevi a WritersMarket.com e compilou uma lista de pequenos editores que aceitaram propostas não solicitadas e algumas agências literárias. Foi nessa época que minha irmã caçula, Heidi, mencionado site Janet Evanovich para mim. Em seu Q e A para a seção de escritores, Janet E. mencionado Writers House, entre alguns outros, como “a coisa real” no mundo das agências literárias. Writers House passou na minha lista de desejos como o mais desejável, e também menos provável.

Eu mandei as consultas em torno de quinze (e ainda sinto borboletas no estômago residual quando dirijo pela caixa Enviei as cartas-emails deles era aterrorizante.). Afirmo que, para o registro, que minhas consultas realmente me sugaram, e eu não culpo ninguém que me enviou uma rejeição (fiquei com sete ou oito deles. Eu ainda tenho todos eles, também). A rejeição que realmente foi ferido em uma pequena agência que realmente ler o primeiro capítulo antes que ela deixou cair o machado sobre mim. O pior rejeição que eu recebi veio depois de Little, Brown , me pegou de um contrato de três livros, por isso não me incomoda em tudo. Eu vou admitir que eu considerava enviar de volta uma cópia dessa rejeição grampeado ao escrever-te o meu negócio começou em Publisher’s Weekly, mas tomei o caminho mais elevado.

Minha grande surpresa veio na forma de um assistente Writers House chamado Genevieve. Eu não consegui descobrir até muito mais tarde o quão sortudo eu era, despeja que o general não sabia que 130.000 palavras, é um pedaço inteiro de um monte de palavras. Se ela soubesse que 130K palavras seria igual a 500 páginas, ela provavelmente não teria pedido para vê-lo. Mas ela não sabia (enxugando o suor da testa), e ela pediu para ler os três primeiros capítulos. Fiquei emocionada ao receber uma resposta positiva, mas um pouco preocupada porque eu senti o início do livro não fazia parte mais forte. Eu enviei fora desses três capítulos e recebi uma carta de volta uma semana depois (eu mal conseguia abri-la, minhas mãos estavam tão fracas, com medo). Era uma carta muito simpática. Ela voltou com uma caneta e duas vezes sublinhado a parte onde ela digitou o quanto ela gostava de os três primeiros capítulos (eu ainda tenho essa carta, é claro), e ela pediu para todo o manuscrito. Esse foi o exato momento em que percebi que eu poderia realmente ver Twilight na cópia, e realmente um dos pontos mais feliz em toda minha vida. Eu fiz um monte de gritos.

Cerca de um mês depois de eu ter enviado o manuscrito, eu recebi um telefonema de Jodi , um agente literário bem honesto, que queria representar o meu livro. Eu tentei muito duro para soar como uma profissional e uma adulta durante essa conversa, mas eu não tenho certeza se eu enganei ela. Mais uma vez, minha sorte foi enorme (e eu não costumo ter sorte-Eu nunca ganhei nada na minha vida, e ninguém pega um peixe quando eu estou no mesmo barco), porque Jodi é o super-agente. Eu não poderia ter acabado em melhores mãos. Ela é advogada, ninja (parte que está trabalhando para ganhar o seu cinturão negro, agora, sem brincadeira), uma editora bastante surpreendente em seu próprio direito, e uma grande amiga.

Jodi e eu trabalhamos por duas semanas em Twilight para entrar em forma antes de o enviar para os editores. A primeira coisa que trabalhei foi o título, que começou como Forks (e ainda tenho um ponto minúsculo soft para esse nome). Então nós polimos até alguns pontos ásperos, e Jodi mandou para nove diferentes editoras. Isso realmente mexeu com a minha capacidade de dormir, mas felizmente eu não estava em suspense por muito tempo.

Megan Tingley, de Megan Tingley Books, da Little, Brown and Company, leu Crepúsculo em um vôo cross-country e voltou para a Jodi dias após o fim de semana de Ação de Graças com um acordo de preferência tão grande que eu sinceramente pensava Jodi foi puxando a minha perna especialmente a parte onde ela recusou a oferta e pediu mais. O resultado foi que, até ao final do dia, eu estava tentando processar a informação de que não só foi o meu livro vai ser publicado por uma das maiores editoras de adultos jovens no país, mas que eles iam me pagar para ele. Por muito tempo, eu estava convencido que era uma piada realmente cruel prática, mas eu não poderia imaginar que iria para esses extremos selvagem para desempenhar uma farsa sobre essa hausfrau um insignificante.

E foi assim que, no decurso de seis meses, Twilight foi sonhado, escrito, e aceito para publicação.

Manter as coisas ficando louca, o que com o negócio de filmes e todos os pré-publicação atenção que Twilight continua a receber. Embora eu tenha chegado impaciente ao longo do tempo, estou feliz que eu tive nos últimos dois anos para tentar chegar a um acordo com a situação. Estou muito ansioso para finalmente ter Twilight nas prateleiras, e mais um pouco assustada também. No geral, ele foi um verdadeiro trabalho de amor, amor por Edward e Bella e todo o resto dos meus amigos imaginários, e estou muito feliz que outras pessoas chegaram a conhecê-los agora.”

Stephenie Meyer

Stephenie Meyer

Stephenie Meyer e os atores  Robert Pattinson (Edward) e Kristen Stewart (Bella).
Stephenie Meyer e os atores Robert Pattinson (Edward) e Kristen Stewart (Bella).
Capa do livro Twilight

Capa do livro Twilight

A autora com os atores Edi Mue Gathegi (LAURENT) e Peter Facinelli (CHARLISLE CULLEN)

A autora com os atores Edi Mue Gathegi (LAURENT) e Peter Facinelli (CHARLISLE CULLEN)

Visite: www.stepheniemeyer.com

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Libertinagem – Manuel Bandeira

LIBERTINAGEM

(Manuel Bandeira)

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“Libertinagem contém os poemas que escrevi de 1924 a 1930 – os anos de maior força e calor do movimento modernista. Não admira pois que seja entre os meus livros o que está mais dentro da técnica e da estética do modernismo”. (Manuel Bandeira)

SÍNTESE


1. Obra publicada em 1930, Libertinagem é composta por trinta e oito poemas. Embora comporte características da primeira geração modernista, como o humor, os versos livres e brancos, a linguagem mais coloquial e o cotidiano, o toque especial do poeta faz-se presente em todos os poemas: a simplicidade, responsável pelo refinamento da obra.
2. Libertinagem é, portanto, a novidade, o erotismo, a musicalidade, a força de imagens, o cunho biográfico, a paixão pela vida e a visão da morte, a infância, a pureza, a crítica, a liberdade, a saudade, o amor, a alegria, a tristeza, a evasão, a solidão.

CARACTERÍSTICAS DA OBRA:

01. Recusa da poesia comedida. Bandeira não emprega nenhuma métrica padrão. Rejeição aos padrões literários vigentes.
02. Cultivou as formas fixas do Parnasianismo e também fez experiências com o Concretismo.
03. Sua poesia assemelha-se a uma espécie de diário íntimo em que os acontecimentos do mundo se refletem nas imagens da vida íntima e pessoal, como se a expressão poética resultasse da soma entre a confidência e a notação exterior, a contemplação da realidade.
04. Reveste seus poemas de um tom irônico e, tantas vezes, amargo.
05. Poesia Confessional – apresentação de vultos familiares, brincadeiras e festas de ruas, cenas que ficaram na memória do poeta como mágicos.
06. A morte – a morte é tratada com  ironia e humor negro (Poema – Piada).
07. O Lirismo romântico- grande subjetividade onde o poeta demonstra um neo-romantismo.
08. Metalinguagem.
09. A Evasão – cria um mundo paralelo à realidade, onde os desejos e as fantasias são realizados.
10. A solidariedade e religião –

Como elemento da cultura brasileira, o catolicismo se apresenta fazendo menção:

À festas e cerimônias do calendário religioso: “Profundamente”; “Poema de finados” ;

Na referência a figuras do imaginário católico:  O Anjo da guarda”;

Na paródia de preces : “Oração do saco  de Mangaratiba”; “Oração  a “Teresinha do menino Jesus”

Citações bíblicas:  “ Teresa”

Há sempre uma certa ironia na reações entre o poeta e a fé católica.

TEXTOS:
01) Porquinho-da-Índia – Poema de tom narrativo e memorialista. Destaca a pureza, a inocência de uma criança que dedica todo seu afeto a um bicho de estimação. O toque de humor fica por conta do verso final, espécie de conclusão em que se introduz a fala do eu lírico. Epifania.

02) Teresa – Poema-paródia do texto lírico de Castro Alves chamado O “adeus” de Teresa. Antilírico, o poeta revela distância da idealização, confirmando, na última estrofe, a presença das transformações seja no plano físico, seja no sentimental.
O texto de Castro Alves é uma exaltação à beleza e ao erotismo da mulher amada, contudo, a última estrofe revela traição:
“A vez primeira que eu fitei Teresa
Como as plantas que arrasta a correnteza
A valsa nos levou nos gritos seus…
E amamos juntos… E depois na sala
“Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala…
E ela, corando, murmurou-me: “adeus!”
(Castro Alves)

“A primeira vez que vi Teresa
Achei que ela tinha pernas estúpidas
Achei também que a cara parecia uma perna

Quando vi Teresa de novo
Achei que os olhos eram muito mais velhos que o resto do corpo
(Os olhos nasceram e ficaram dez anos esperando que o resto do corpo

Da terceira vez não vi mais nada
Os céus se misturaram com a terra
E o espírito de Deus voltou a se mover sobre a face das águas.”
(Manuel Bandeira)

03) Madrigal tão engraçadinho – “Madrigal” é uma pequena composição poética. O lirismo amoroso surge do ponto de vista de uma criança que exalta o ser amado, porém por meio de uma comparação inusitada: o porquinho-da-Índia.
O grande momento do poema está nessa comparação, porque ela é sinônimo de sinceridade e alto valor.

04) A Virgem Maria – As figuras que aparecem na primeira estrofe revelam a realidade opressora e a morte se pronunciando. Ansiedade, ira e hipocrisia compõem o quadro do enterro até que, em oposição à escuridão e à morte, surge a imagem da Virgem Maria da qual o poeta só ouve a voz dizendo-lhe que “fazia sol lá fora”. É a vida, a liberdade.

05) Oração no Saco de Mangaratiba – O pedido do poeta a Nossa Senhora se dá em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, e refere-se à vida. Enfadado, opõe a morte que o espreita, à vida que, apesar de comprida, lhe parece tão mal cumprida. Mistura duas variedades lingüísticas: escrita culta e uma modalidade da língua oral-popular. Versos eneassílabos.
Nossa Senhora me dê paciência
Para estes mares para essa vida!
Me dê paciência pra que eu não caia
Pra que eu não pare nesta existência
Tão mal cumprida tão mais comprida
Do que a restinga de Marambaia!…”

06) Poema tirado de uma notícia de jornal – A morte é o grande tema. Trata-se de uma notícia de jornal sobre a morte de mais um favelado. A miséria anônima e irônica (vem do alto, no morro da Babilônia, como o jardim suspenso da Babilônia) desce e chega à Lagoa Rodrigo de Freitas (lugar da classe alta no Rio de Janeiro). O drama e o elemento narrativo unem-se ao ritmo: versos longos na introdução e no desfecho. Versos curtos, dissílabos quando se trata do prazer.
“João Gostoso era carregador da feira-livre e morava no morro da Babilônia num  barracão sem número
Uma noite ele chegou no Bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.”


07) Andorinha – A vida, simbolizada pelo pássaro, é o exterior, o mundo, o cotidiano, todas as “coisas” que contrastam com o sofrimento, a tristeza do poeta que constata: não pôde viver o que queria, passou a vida à toa e, agora, só a morte o aguarda.

08) Evocação do Recife – A subjetividade, o memorialismo, a infância, o folclore e a cultura popular caracterizam esse famoso poema de Manuel Bandeira.
. O eu lírico revive cenas do passado, como se fosse menino outra vez.
. Surgem pessoas com as quais conviveu: parentes, vizinhos, amigos. Até os nomes das ruas eram líricos: Rua da União, do Sol, da Aurora.
. A morte reforça que a cidade de Recife de seu passado fora-se como seu avô, restou-lhe apenas a memória.
“Recife
Não a Veneza americana
Não a Mauritsstad dos armadores das Índias Ocidentais
Não o Recife dos Mascates
Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois
— Recife das revoluções libertárias
Mas o Recife sem história nem literatura
Recife sem mais nada
Recife da minha infância”

09) Não sei dançar – Poema que abre o livro Libertinagem e traz elementos típicos da primeira geração modernista: os versos livres e brancos, aproximação do surrealismo, referência ao carnaval e à mistura de raças, às doenças “tropicais” e à crítica irônica à indiferença. Os prazeres escapistas acenam para o poeta.

10) O major – como apregoavam os modernistas, a poesia nasce a qualquer momento, é concebida pelo encontro com situações mais diversas do cotidiano. A beleza se esconde nos fatos mais banais, a ternura está nas coisas mais simples.
O major morreu.
Reformado.
Veterano da Guerra do Paraguai.
Herói da ponte do Itororó.
Não quis honras militares.
Não quis discursos.”

11) Pneumotórax – Refere-se à doença de Manuel Bandeira – a tuberculose. A morte, novamente em evidência, é tratada em tom jocoso da primeira geração modernista: humor negro, coloquialismos, auto-ironia, além da técnica de marcação teatral com o emprego do diálogo.
“Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido que não foi.
Tosse, tosse, tosse.

Mandou chamar o médico:
- Diga trinta e três.
…………………………………………………………………………………

- O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.
- Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?
- Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.”


12) Irene no Céu  - Embora o poema refira-se à imagem de uma pessoa querida pelo poeta, presente em sua infância, Irene representa também a mulher escrava, submissa, inferiorizada. O poeta sutilmente opõe a relação branco e negro na segunda estrofe, onde Irene pede licença a São Pedro, chamando-o de meu branco.
“Há ainda a exaltação à linguagem coloquial. A fala de São Pedro ordena: “- Entra, Irene. Você não precisa pedir licença.” Na linguagem normativa, o correto seria conservar o tu ou empregar o verbo na 3ª pessoa do singular. Assim, teríamos:
- Entra, Irene. Tu não precisas pedir licença
- Entre, Irene. Você não precisa pedir licença “

13) Vou-me Embora Pra Pasárgada  - Nesse poema, Bandeira busca a utopia, a evasão, o lugar onde possa realizar-se, onde fuja da morte, onde se mesclem os elementos reais e o nonsense, onde a doença não será empecilho porque simplesmente não existirá, onde a infância será revivida e os homens e mulheres que participaram de sua vida, presentes, representados por Rosa.
“Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.”

14) Poema de Finados – A morte a autocomiseração. Na primeira estrofe, o poeta dirige-se a um interlocutor – tu – refere-se a cemitério e à sepultura do pai; na segunda, ao ritual de se colocar flores na sepultura e orar. Na terceira estrofe, a explicação: o sofrimento, a amargura, já não há mais nada. Sente-se um morto vivo. Versos octossílabos
Amanhã quem é dia dos mortos
Vai ao cemitério. Vai
E procura entre as sepulturas
A sepultura de meu pai.”

15) Poética – Espécie de plataforma teórica da poesia modernista, Poética é um texto de propostas e críticas. Propostas modernistas e críticas ao tradicionalismo, representado pela estética parnasiana. Propõe a liberdade de expressão, a autenticidade, rompendo com o parnasiano tanto no plano do significante quanto do significado. Trata-se, portanto, de um poema metalingüístico.
“Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
[...]
Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbados
O lirismo difícil e pungente dos bêbados
O lirismo dos clowns de Shakespeare

- Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.”

16) Lenda brasileira – Trabalha mitologia, a epifania, o humor e evasão.
“A moita buliu. Bentinho Jararaca levou a arma à cara : o que saiu do mato foi o veado Branco! Bentinho ficou pregado no chão. Quis puxar o gatilho e não pôde.
- Deus me perdoe!
Mas o Cussarim veio vindo, veio vindo, parou junto  do caçador e começou a comer devagarinho o cano da espingarda.”

17) Macumba do Pai Zusé – Evasão, morte e aspectos do Brasil.
“Na macumba do Encantado
Nego véio pai de santo fez mandinga
No palacete de Botafogo
Sangue de branca virou água
Foram vê estava morta!”

18) Camelôs – A poesia do cotidiano, evasão e evocação da infância.
“Abençoado seja o camelô dos brinquedos de tostão:
O que vende balõezinhos de cor
O macaquinho que trepa no coqueiro
O cachorrinho que bate com o rabo
Os homenzinhos que jogam boxe
A perereca verde que de repente dá um pulo que engraçado
E as canetinhas-tinteiro que jamais escreverão coisa alguma.”

19) O cacto – A poesia do cotidiano, metalinguagem e reflexão. Envolve conceitos e conhecimentos da história da arte e da mitologia, até se envolver na dura realidade do seco Nordeste, evocado a partir de sua árvore-símbolo.
“Um dia um tufão furibundo abateu-o pela raiz.
O cacto tombou atravessado na rua,
Quebrou os beirais do casario fronteiro,
Impediu o trânsito de bondes, automóveis, carroças,
Arrebentou os cabos elétricos e durante vinte e quatro horas
[privou a cidade de iluminação e energia:
- Era belo, áspero, intratável.”

20) Comentário musical – A poesia do cotidiano e epifania.
“O meu quarto de dormir a cavaleiro da entrada da barra.
Entram por ele dentro
Os ares oceânicos,
Maresias atlânticas:
São Paulo de Luanda, Figueira da Foz, praias gaélicas da Irlanda…”

21) Pensão familiar – Paródia da linguagem jornalística. Denúncia da insensibilidade da imprensa. Fatos são narrados de forma impessoal. Linguagem seca, sintética e referencial.
“Jardim da pensãozinha burguesa.
Gatos espapaçados ao sol.
A tiririca sitia os canteiros chatos.
O sol acaba de crestar as boninas que murcharam.
Os girassóis
amarelos!
resistem.”

22) Namorados – Coloquialismo, ironia e bom humor.
“O rapaz chegou-se para junto da moça e disse:
— Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com a sua cara.
A moça olhou de lado e esperou.
— Você não sabe quando a gente é criança e de repente vê uma lagarta
listada?
A moça se lembrava:
— A gente fica olhando…
A meninice brincou de novo nos olhos dela.
O rapaz prosseguiu com muita doçura:
— Antônia, você parece uma lagarta listada.
A moça arregalou os olhos, fez exclamações.
O rapaz concluiu:
— Antônia, você é engraçada! Você parece louca.”

23) Profundamente – o poeta confunde os tempos em função da emotividade. Aí surgem os avós, a saudade do passado identificada pelas vozes de um tempo remoto, encarcerados na memória dos seus seis anos. Dessa evocação surgem personagens como Totônio Rodrigues, Rosa, Tomásia.
Quando eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci
Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?
Estão todos dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.”

24) Palinódia – É uma retratação poética. Algo que foi dito no passado é retificado no presente. Epifania, ludismo e experimentalismo.
“Quem te chamara prima
Arruinaria em mim o conceito
De teogonias velhíssimas
Todavia viscerais.
Hoje em verdade te digo
Que não és prima só
Senão prima de prima
Prima-dona de prima
- Primeva.”

  • Teogonia – gênese dos deuses (universo mitológico grego)
  • Primeva – retorno a tempos primordiais.

25) O impossível carinho – metalinguagem, evasão, lirismo e evocação da infância.
“Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero apenas contar-te a minha ternura
Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
Eu te pudesse repor
Eu soubesse repor –
No coração despedaçado
As mais puras alegrias de tua infância!”

26) Mulheres – A poesia do cotidiano, evocação da infância e leve erotismo.
“Como as mulheres são lindas!
Inútil pensar que é do vestido…
E depois não há só as bonitas:
Há também as simpáticas.”

27) O último poema – a ca­racterização autobiográfica é conduzida para recordações da infância, sempre tratada com melancólica proximidade; são relatadas as reminiscências mais longínquas do poeta, que refletem a amargura de perceber-se contemplando o final de uma vida poética:
Assim eu quereria o meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

28) O anjo da guarda – Singela homenagem que o poeta faz à irmã morta. Memorialismo, lirismo e evasão.
“Quando minha irmã morreu,
(Devia ter sido assim)
Um anjo moreno, violento e bom,
- brasileiro.
Veio ficar ao pé de mim.
O meu anjo da guarda sorriu
E voltou pra junto do Senhor.”

29) Chambre vide – A poesia do cotidiano e reflexão.
“Petit chat blanc et gris
Reste encore dans la chambre
La nuit est si noire dehors
Et le silence pèse.”

30) Bonheur Lyrique – Autobiografia, melancolia e lirismo.
Coeur de phtisique
O mon coeur lyrique
Ton bonheur ne peut pas être comme celui des autres
Il faut que tu te fabriques

31) Mangue - traços da piedade Cristã mesclados à religião afro-brasileiras “Mangue”.
“Mangue mais Veneza americana do que o Recife
Cargueiros atracados nas docas do Canal Grande
O Morro do Pinto morre de espanto
Trapiches alfandegados
Catraias de abacaxis e de bananas
Há macumbas no piche
Eh cagira mia pai
Eh cagira
E o luar é uma coisa só”

32) Belém do Pará – Memorialismo, lirismo e exaltação da pátria.
“Bembelelém
Viva Belém!
Belém do Pará porto moderno integrado na equatorial
Beleza eterna da paisagem
Bembelelém
Viva Belém!

33) Cunhantã – A poesia do cotidiano, lirismo e aspectos do Brasil.
“Vinha do Pará.
Chamava Siquê.
Quatro anos. Escurinha. O riso gutural da raça.
Piá branca nenhuma corria mais do que ela.”

34) Cabedelo – Evasão, melancolia, lirismo e intertextualidade.
“Viagem à roda do mundo
Numa casquinha de noz:
Estive em Cabedelo.
O macaco me ofereceu cocos.”

35) Noturno da rua da Lapa – Autobiografia, melancolia, epifania e experimentalismo.
“A janela estava aberta. Para o que não sei, mas o que entrava era o vento dos lupanares, de mistura com o eco que se partia nas curvas cicloidais, e fragmentos do hino da bandeira.
Não posso atinar no que eu fazia: se meditava, se morria de espanto ou se vinha de muito longe.”

36) Na boca – Autobiografia e pessimismo.
“Sempre tristíssimas estas cantigas de carnaval
Paixão

Ciúme
Dor daquilo que não se pode dizer”.

37) Noturno da parada Amorim – Epifania e evasão.
“O violoncelista estava a meio do Converto de Schumann
Subitamente o coronel ficou transportado e começou a gritar:
- Je vois des anges! Je vois des anges!
- E deixou-se escorregar sentado pela escada abaixo.”

38) Oração a Teresinha do menino Jesus – Autobiografia, melancolia e evasão.
“Perdi o jeito de sofrer.
Ora essa.
Não sinto mais aquele gosto cabotino da tristeza.
Quero alegria! Me dá alegria,
Santa Teresa!
Santa Teresa não, Teresinha…
Teresinha… Teresinha…
Teresinha do Menino Jesus.”