RENAN AVERSARI


Renan Aversari

Estudante de Direito (último período)

Estudante de Física

Atleta

email: sr_aversari@hotmail.com

Jordélia: Renan, Porque junto com o “direito”, você, escolheu também fazer física. Qual dos dois cursos foi a primeira escolha? E por quê?

Renan: Minha primeira opção foi a física, foi uma escolha um tanto turbulenta. Sempre fui muito curioso, um aluno aplicado e sempre tive muita aptidão matemática. Durante minha infância, minha primeira experiência literária foi a enciclopédia Delta Universal, o que abriu minha mente para os livros e me fez despertar interesse especial pelo universo científico, tanto que montei um pequeno laboratório na casa onde morava. No ensino médio, houve uma identificação imediata com a física, a química e a biologia o que mostrava que nos próximos anos trilharia uma carreira científica, entretanto, a confusão instaurou-se justamente em qual curso escolher. Após muita pesquisa e muitas conversas com professores, o curso escolhido foi o bacharelado em física, motivado pela paixão a decisão havia sido tomada, iria ser um cientista. Nunca pensei em estudar direito na verdade, depois de muito insistir, meu pai acabou me convencendo a seguir uma carreira jurídica e, um ano depois de iniciar o curso de física, prestei um novo vestibular, dessa vez para direito.

Jordélia: O que te prende à física?

Renan: A física está incrustada em mim, foi o meu primeiro amor e continua a me encantar a cada dilema, a cada descoberta, a cada debate. O que me prende a física é o desejo de tornar-me um dia um grande cientista.

Jordélia: O que te prende ao direito?

Renan: O direito me conquistou pela sua beleza disfarçada, não é tão sublime e elegante quanto a física, entretanto, a lógica depreendida e sua filosofia fundamentalista o constituem academicamente com um encanto maestral, realmente é um curso encantador. O que me prende hoje ao direito é, principalmente, o vislumbre financeiro, ou seja, é a ambição por ser um profissional sem frustrações econômicas.

Jordélia: Conte-nos, como foi essa história do “foguete” e o sonho de trabalhar na NASA ?

Renan: Entre verdades e lendas, foi um episódio lúdico. Essa história do foguete começou com uma feira de ciências ainda nos tempos ginásio, eu e um amigo, hoje químico, tivemos essa ideia de construir alguns protótipos inocentes para a feira de ciências, mas nem houve a bendita feira, e então ficamos com aqueles projetos sem destinação específica. Acabamos levando em continuidade por diversão e a coisa tomou proporções inesperadas, ficando cada vez maiores, mais sofisticados e mais caros. Depois de destruir alguns telhados, remanescerem uns 30 quilos de alumínio para feitura de combustível aqui em casa, montes de rolos de plantas e projetos, muito dinheiro e horas gastas trabalhando nisso deixamos sobrestado, mas mais por falta de tempo do que por qualquer outro motivo. Essa história de ir para a NASA é mais uma estória, um lenda urbana ao meu respeito.

Jordélia: É sabido por todos seus amigos que você lê bastante, mas bastante mesmo. Em suas leituras, diga-nos uma obra, ou até mais, que você acha que todos deveriam ler.

Renan: Indicaria algumas obras que todos deveriam ler: O príncipe, de Maquiavel; A arte da guerra, de Sun Tzu; Uma breve história do tempo, de Stephen Hawking; O mundo de sofia, de Jostein Gaarder e O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Outra leitura que não se configura como uma obra em si, mas são fabulosas também, são os provérbios chineses. Para mim, estas, além de excepcionais, são obras fundamentais.

Jordélia: Hoje, como aluno do curso de direito, como você vê o papel do advogado e/ou profissões agregadas na sociedade brasileira?

Renan: O advogado despende uma função essencial em qualquer sociedade moderna, sendo sua valia desenvolvida pela necessidade de uma sociedade justa e equilibrada onde haja a efetiva valoração e respeito, do povo, pelos princípios democráticos, pela Constituição e pelas leis, neste âmbito, o advogado resplande como um símbolo.

Jordélia: Como estudante de física, qual o futuro visto para essa ciência, no seu conceito?

Renan: Não só o futuro da física, mas também o de toda ciência reside no interminável, isto é, sempre novas descobertas são feitas e com isso mais mistérios a serem estudados, a ciência se concebe num ciclo ininterrupto em busca da verdade. Entretanto, os benefícios dos avanços científicos e tecnológicos são resvalados diretamente à população. Como exemplo desse efeito podemos citar os avanços na medicina, nos transportes, na comunicação, etc.

Jordélia: Você ainda quer ser “Diplomata”? Como se deu essa vontade e o que faz para que alcançar esse objetivo?

Renan: Na verdade não. A idéia da diplomacia me pareceu charmosa e convidativa, principalmente por seu estatus, no entanto, algumas dificuldades na carreira me fizeram desistir da idéia. A principal razão da minha desistência foi o abandono da carreira científica, isso me destruiria.

Jordélia: E a natação, como surgiu em sua vida?

Renan: A natação surgiu por uma recomendação médica, ainda quando criança, hoje a sigo como estilo de vida, a piscina e o cloro fazem parte do meu cotidiano. Pratico diariamente como atleta empenhado e com uma disciplina rigorosa. Seus benefícios são inúmeros, mas o que mais me contenta é estar sempre de bom humor.


Jordélia: Você é sempre disciplinado com as suas atividades ou a disciplina foi algo que você sentiu necessidade de adquirir?

Renan: A disciplina talvez seja o meu maior trunfo, juntamente com a paciência e a perseverança. Essa combinação sempre me rendeu ótimos resultados.

Jordélia: Você já fez alguma viagem a algum lugar que até hoje você não esquece? Qual? Fale-nos um pouco dela, por gentileza.

Renan: Viagens são sempre inesquecíveis, as companhias, os lugares desconhecidos, tudo isso me traz recordações muito boas, muito felizes. Talvez não conte, mas a viagem mais interessante que já fiz foi aqui nos arredores da minha própria cidade. João Pessoa, e também a Paraíba, tem uma história belíssima e este seu arcabouço permanece vivo e presente nos edifícios da cidade. Um dia, eu acompanhado de um amigo, visitamos, a pé, cada ponto histórico desde a cidade antiga até Cabedelo, escutando e “vivenciando” as histórias sobre os locais. Tivemos a oportunidade de ver algumas fotografias antigas da cidade e de conhecer mais intimamente a história de alguns prédios, igrejas e praças desta maravilhosa cidade. Sem dúvida a melhor viagem, a qual não sai da cidade, foi uma viagem “temporal” sobre os acontecimentos históricos de João Pessoa.

Jordélia: Seu pai tem um grande escritório de advocacia em João Pessoa, como você se sente em relação a um dia herdar as responsabilidades do escritório? Você pensa nisso ou simplesmente deixa as coisas irem acontecendo?

Renan: Inevitavelmente isso acabará acontecendo e terei de estar preparado para tanto, não é uma tarefa simples de fato. A vida nos ensina a estar preparado para todas as situações e venho me qualificando para isso. Existe um provérbio chinês que se aplica plenamente a esta situação, costumo repeti-lo para mim mesmo algumas vezes: “Espere o melhor, prepare-se para o pior e receba o que vier”.

Jordélia: Depois dos dois cursos, que profissão você pensa em exercer?

Renan: O magistério, sempre tive esse objetivo, estou planejando um mestrado para o ano que vêm, em direito, pela PUC de São Paulo. Pretendo exercer a advocacia em comunhão com o magistério acadêmico. E quanto a ciência, eu a quero exercê-la sem pressões financeiras, resumindo-me a uma carreira acadêmica de alto nível, inclusive com participações em instituições de renome internacional.

Jordélia: E a paixão por música clássica, existe mais algum outro tipo de música que você goste?

Renan: A música é alimento da alma, é ela quem me movimenta. Me considero um eclético, mas além da música clássica, tenho uma queda especial pelo rock de vanguarda. Minha banda favorita é o Pink Floyd, não resisto a musicalidade deles, são solos incrivelmente delirantes. Algumas músicas como “Confortable numb”, “Learning to fly”, “Poles apart” e “Coming back to life” conseguem, literalmente, me paralisar.

Jordélia: Desde já, muito obrigada pela sua entrevista. Foi uma honra. Obrigada!!!

Renan além de grande amigo é colaborador do blog e quem me dá várias e várias ideias. Mais uma vez, Renan, muito obrigada!

É do seu tempo?

São coisinhas que dão saudades e que certamente quem viveu sua infância entre as décadas de 80 e 90 vai recordar bons momentos.






































E aí, reconheceu algo? rsrsrs

IMORAIS – ZÉLIA DUNCAN


IMORAIS – ZÉLIA DUNCAN


Imorais

Zélia Duncan

Composição: Christiaan Oyens e Zélia Duncan

Os imorais
Falam de nós
Do nosso gosto
Nosso encontro
Da nossa voz

Os imorais
se chocam
por nós
Por nosso brilho
Nosso estilo
Nossos lençóis

Mas um dia, eu sei
A casa cai
E então
A moral da história
Vai estar sempre na glória
De fazermos o que nos satisfaz

Os imorais
Falam de nós
Do nosso gosto
Nosso encontro
Da nossa voz

Os imorais
sorriram pra nós
Fingiram trégua
Fizeram média
Venderam paz

Mas um dia, eu sei
A casa cai
E então
A moral da história
Vai estar sempre na glória
De fazermos o que nos satisfaz

http://www2.uol.com.br/zeliaduncan/

24 DE SETEMBRO, JOÃO PESSOA RECEBE: CÉU!

>>>>CÉU<<<<


Dia 24 de setembro, quinta-feira, a cantora Maria do Céu Whitaker Poças, ou simplesmente Céu, estará no Teatro Paulo Pontes mostrando seu novo CD “VAGAROSA” que tem um pouco de samba e reggae. É a primeira vez que a moça vem a capital paraibana mostrar o seu trabalho. O show está previsto para começar às 20 horas e custará R$30,oo ingresso inteiro e R$15,oo estudande. Única apresentação.

Sobre a Céu:
Nasceu em São Paulo, 17 de abril de 1980, é cantora e compositora brasileira de música popular. Iniciou a carreira artística em 2002. Seu trabalho traz influências tanto de música originalmente brasileira (particularmente o samba), como de hip hop, afrobeat, jazz, R&B etc. Ela já afirmou em entrevista que não rejeita o rótulo deMPB, mas considera que ele já ficou limitado:

“O rótulo da MPB ficou limitado. Ele é bem abrangente, afinal é música popular brasileira. E me considero isso. Quando vou fazer um som, me alimento do que gosto e, como muitos outros da minha geração, me alimento não só de coisas específicas. Gostamos de ouvir música da Jamaica, agora estou escutando música etíope. Não penso que [tipo de] música estou fazendo. Simplesmente faço um som.”
Céu é filha de Edgar Poças, um maestro e compositor brasileiro, responsável pelos arranjos musicais do grupo Balão Mágico e de Carolina Whitaker, artista plástica. Entrou em contato com a música ainda jovem, e aos 15 anos decidiu-se a seguir carreira na área. Chegou a gravar vocal em jingles publicitários.
Aos 18 anos foi morar em Nova York, onde trabalhou em bares e teve empregos variados: faxineira, garçonete, guardadora de casacos. Em Nova York encontrou por acaso o músico Antonio Pinto, que posteriormente descobriu ser um primo distante, e com quem dividiu um apartamento enquanto ele passava por problemas financeiros.
Antonio Pinto juntou-se a Beto Villares — como ele produtor e compositor atuante em trilhas sonoras de filmes brasileiros — para produzir o primeiro disco de Céu. Ela é co-autora de 12 das suas 15 faixas.Foi lançado no Brasil em 2005, pelos selos Urban Jungle e Ambulante Discos (de Beto Villares), e posteriormente distribuído na América Latina pela Warner Music. Em 2007 foi lançado nos EUA (onde vendeu 30 mil discos na duas primeiras semanas) e no Reino Unido, bem como em diversos outros países, da Europa ao Japão. Nos EUA, o álbum foi lançado na série Starbucks Hear Music Debut, vendido tanto em lojas tradicionais como na rede estadunidense Starbucks; Céu foi a primeira artista estrangeira a ter um álbum nessa série.
Sua música Lenda compôs a trilha sonora da novela Pé na Jaca, Malemolência compôs a trilha sonora da novela Beleza Pura da Rede Globo. Em 2005, foi considerada pela revista francesa Les Inrockuptibles como uma das 5 revelações do ano.Seu primeiro disco apareceu na primeira posição nos rankings “Heatseekers (new artist)” e “World Music”, e na posição 57 do “Hot 100″, todos da Billboard.Foi a mais alta posição nas paradas dos EUA já alcançada por uma artista brasileira, desde Astrud Gilberto com “Garota de Ipanema”, em 1963. Em 2006 foi indicada para o Grammy Latino na categoria melhor artista revelação, e para o Prêmio Tim de Música na categoria melhor cantora. Em 2007, foi indicada para o Grammy na categoria melhor álbum de world music contemporânea, e apresentou-se na abertura dos XV Jogos Panamericanos, no Rio de Janeiro. O CD vendeu 25 mil cópias na Holanda e na França, e os bons números renderam shows na Europa, no Estados Unidos vendeu mais de 100 mil cópias, 15 mil só na primeira semana.
Conheça mais sobre a Céu: http://www.myspace.com/ceuambulante

ANA CAÑAS <<<<>>>> MPB

ANA CAÑAS não é só mais uma voz feminina na MPB, é uma mistura inusitada de ritmos e estilos. Sua história e supreendente e intrigante, a cantora não praticava a voz, não fez aulas de canto, não sofreu influência musical dos pais e o sonho era ser professora de teatro .Aos 22 anos tudo isso mudou. Ana descobriu o jazz, e com o ritmo, a sua própria musicalidade. Em 2007, aprendeu a tocar violão, lançou o primeiro disco independente e foi considerada uma das maiores revelações da MPB. Hoje, aos 28 anos, Ana lança o seu segundo trabalho, Hein?, com um estilo mais rock e com músicas feitas em parceria com Arnaldo Antunes. Escutem as músicas dessa promessa da MPB e descubra por que é impossívvel não viciar.



ANA CAÑAS




Dá pra você ouvir as musicas da Ana no próprio site da moça:

JOÃO PESSOA É LINDA DE VIVER!!!


João Pessoa
Essa cidade não é minha
mas mesmo assim eu a tenho…
Aqui, encontrei o elo para o mundo, o coração realmente começou a bater…
o sol nasce diferente, se põe com riqueza ao som da nobreza de um bolero.
As pessoas são sorridentes e trazem o encanto a magia de ser pessoense…a cidade que é mágica, verde,nem tão pequena mas nem tão grande. Os sonhos nascem, florecem, nunca…nunca, jamais morrem nesse lugar…pelo contrário, aqui nessa terra nasce sonhos tooodos os dias junto com poesias, poetas, artistas e seres brilhantes de luz infinita.
JOÃO PESSOA é o amor da vida de muita gente e só entende esse amor, essa idolatria quem um dia nela pôs a cabeça nos obros e teve o aconchego merecido. É linda…muito linda, mesmo com seus defeitos ainda sim, será sempre linda…e na mente de quem nela viveu, nunca sairá a visão, a visão incomum e a memória de dias felizes.

João Pessoa
Essa cidade não é minha
mas mesmo assim eu a tenho…
Aqui, encontrei o elo para o mundo, o coração realmente começou a bater…
o sol nasce diferente, se põe com riqueza ao som da nobreza de um bolero.
As pessoas são sorridentes e trazem o encanto a magia de ser pessoense…a cidade que é mágica, verde,nem tão pequena mas nem tão grande. Os sonhos nascem, florecem, nunca…nunca, jamais morrem nesse lugar…pelo contrário, aqui nessa terra nasce sonhos tooodos os dias junto com poesias, poetas, artistas e seres brilhantes de luz infinita.
JOÃO PESSOA é o amor da vida de muita gente e só entende esse amor, essa idolatria quem um dia nela pôs a cabeça nos obros e teve o aconchego merecido. É linda…muito linda, mesmo com seus defeitos ainda sim, será sempre linda…e na mente de quem nela viveu, nunca sairá a visão, a visão incomum e a memória de dias felizes.


Detalhe do teto da Igreja São Francisco


Interior da Igreja de São Francisco / detalhe do teto em primeiro plano


Fachada principal da Igreja de São Francisco

Amanhecer – praia do Cabo Branco


Céu azul da praia do Cabo Branco

Amanhecer – praia do Cabo Branco

Picãozinho – mar de Tambaú

Imagem aérea do litoral pessoense, mostrando em primeiro plano a praia de Manaíra; adiante o Hotel Tambaú e ao fundo, a Ponta do Cabo Branco



Imagem aérea do litoral pessoense, mostrando em primeiro plano o Hotel Tambaú, na praia do mesmo nome



Imagem aérea dop litoral pessoense, evidenciando, ao fundo, a ponta do Cabo Branco, na praia do mesmo nome


Ipês em floração na Lagoa do Parque Solon de Lucena


Feirinha de artesanato na praia de Tambaú


Estação Ciência Cabo Branco – na ponta da praia do mesmo nome



Centro Histórico / Porto do Capim (detalhes)


Centro Histórico / Praça Antenor Navarro



Esse dia.

As pessoas parecem não mais quererem ser queridas, fazem questão de ser desagradáveis e cultivar sentimentos indesejáveis. Vê-se as inverdades, os jogos de máscara, as situações contraditórias, e aí se vão as verdadeiras oportunidades de ganhar irmãos. Não há mais em quem confiar, não há mais onde depositar toda essência verídica do ser humano, as trocas de verdades e brincadeiras pueris. Estará extinta, também, a palavra e acepção AMIGO?
Restou-se de verdadeiros, puros e verdadeiros, apenas os elos e laços viscerais. Há as negligências, os que negligenciam as manifestações de amizade e findam por perdê-la sem nenhum pudor ou prejuízo, pois amanhã virá outra, e depois mais outra, e lá se vai mais outra.
Antes, bem antes, se era amigo com a alma, com toda alma para que houvesse sempre lealdade, sinceridade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade. Hoje, bem hoje, é-se amigo com a matéria, agi-se sempre de acordo com conveniências, interesses e hipocrisias. Não existem mais os espelhos, se enxerga mais o outro do que a si próprio. Não há autocrítica, não há reflexão das atitudes imbecis. Reter na memória a infância é um bom exercício para se manter menos imundo, pois em alguma hora contaminar-se-á com tais pessoas.
Deve-se resguardar os “melhores relacionamentos”, reprimir as frequentes censuras, tentar bastar-se e manter intactos, cordialmente, aqueles poucos que ainda nos resta.


JordéliaAlcântara

♪♫♪♫ MONIQUE KESSOUS ♪♫♪♫

MONIQUE KESSOUS




Cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira.

http://www.myspace.com/moniquekessous

mais sobre Monique Kessous:

http://cafenasletras.blogspot.com/2009/08/nao-pode-deixar-de-ouvir.html



Oi Jordélia!

Muito obrigada pelo convite. Adorei participar do seu blog com esta entrevista.

Vou ver se consigo ir em breve para João Pessoa.

Beijos pra você e para todos que passarem pelo blog.

Jordélia – Como tudo começou na sua carreira, quando você percebeu que iria fazer música e cantar?

Monique Kessous – Cresci numa família muito musical. Meu pai sempre gostou de tocar violão, minha mãe tocava piano e sempre cantarolava melodias em casa. A minha brincadeira preferida era ficar ao lado do meu pai cantando e ouvindo ele tocar violão… eu, minha mãe e meu irmão Denny, que hoje é músico da minha banda e meu parceiro em várias músicas.

Aos 9 anos participei de um festival de música da minha escola e a professora de música me chamou para fazer o solo à frente do coral de toda a minha classe. Ela disse que eu era muito afinada e me colocou lá na frente… Eu fui, sem saber o que iria acontecer. Eu sabia que gostava muito de música, mas não sabia que podia cantar.

Tinha um piano lindo, um menino da minha classe tocando violino…era uma música muito bonita chamada Exodus. Comecei a cantar e me surpreendi com a força que vinha de dentro de mim e que fazia muito sentido quando saía. Foi uma emoção tão grande e uma sensação tão impactante que naquele dia eu decidi que seria cantora. Me lembro de dizer isso pra minha mãe assim que acabou a apresentação.

Com todo o meu interesse, fui buscando estar perto da música e as coisas foram acontecendo aos poucos e sempre… fiz aulas de canto, aprendi a tocar violão com meu irmão, comecei a compor, estudei piano, harmonia funcional, percepção musical, me interessei por outros instrumentos: cajon, acordeon, baixo…e continuo aprendendo muito sempre e tentando aprimorar cada vez mais o que eu faço.

Jordélia – Qual a sua música que você mais gosta e qual é aquela que você não pode ficar sem cantar em um show?

Monique Kessous - Posso dizer que passo por fases. Depende de como estou me sentindo, do que estou vivendo. No momento, estou gostando mais da música “Com essa cor” porque me identifico muito com a letra, com o arranjo. Acho essa música ao mesmo tempo delicada e forte, que é como me sinto. Um pouco yin e yang ao mesmo tempo.

Hoje em dia, a música que não pode faltar no show é “Pitangueira“, que está na novela “Paraíso”, tem tocado bastante em algumas rádios e o pessoal adora… canta junto sempre.

JordéliaQuando você pretende vir a Paraíba, em específico em João Pessoa?

Monique Kessous – Eu estou super ansiosa para viajar com o show pelo Brasil e adoraria ir a João Pessoa. Deve ser uma cidade encantadora. Acho que até o fim do ano conseguimos viabilizar a ida para a Paraíba. Vamos torcer!


JordéliaComo surgiu a ideia quando fez gravações dos Beatles em ritmo de bossa nova?

Monique Kessous - Em 2004, bem antes de eu gravar meu cd, eu estava começando a mostrar meu trabalho pro Roberto Menescal, que é um dos donos da gravadora Albatroz. Eu ia lá conversar com ele, mostrar algumas músicas minhas e inclusive foi nessa época que ele fez a música Comunique-se pra mim, que mais tarde eu coloquei letra e foi pro meu disco.

Bom, eles estavam com este projeto “Beatles in bossa nova” e o Menescal me convidou para gravar a voz. Uma das características de lá, é que eles fazem releituras de vários artistas e estilos em ritmos de bossa nova. É um trabalho super interessante.

Apesar de a ideia não ter sido minha, foi super bacana ter participado do projeto, porque além de eu gostar muito de bossa nova, João Gilberto e tal, eu cresci ouvindo Beatles, sempre gostei muito da banda e neste momento, eu pude me aproximar mais ainda do trabalho deles que já era bem familiar pra mim. Bossa nova e Bealtes são grandes influências no meu trabalho.

Jordélia – Qual foi a sensação de ouvir sua música (com essa cor) o tempo todo na novela Ciranda de Pedras?

Monique Kessous – Foi muito legal! Foi a minha primeira música em novela e foi muito gratificante ter o reconhecimento do público. Sempre que eu podia, eu assistia e eu achei que a música realmente tinha tudo a ver com o personagem, o que certamente fez com a música tocasse bastante. E isso tudo foi muito bom para divulgar meu trabalho. Muita gente de vários lugares do Brasil passou a conhecer a música “Com essa cor”, e se interessar pelo meu cd e pelas minhas outras músicas. É muito especial quando esse movimento acontece.

Jordélia - Obrigada Monique, foi uma honra poder, mesmo de longe, te entrevistar e poder saber um pouquinho mais sobre você e seu maravilhoso trabalho.

Monique KessousObrigada você! Beijo grande e tudo de bom!

LUZ NEGRA ::: FERNANDA TAKAI


A vocalista do Pato Fu, Fernanda Takai, lançou no finzinho de julho, umnovo CD e DVD ao vivo. Porém, os novos projetos são frutos de sua carreira solo.

Só que o Pato Fu não acabou. A cantora, nos momentos de hiato da banda, faz apresentações sozinha e este será o segundo álbum gravado apenas por ela. O primeiro foi Onde Brilhem os Olhos Seu.

Intitulado Luz Negra, o CD e DVD traz um repertório variado, com canções do já citado primeiro álbum solo, além de versões de “There must be an Angel”, do Eurythmics, “Ordinary world”, do Duran Duran e “Ben”, do recém falecido Michael Jackson. “Ela está no repertório desde o lançamento da turnê, em março de 2008. É até estranho agora que o Michael Jackson morreu, pois era uma lembrança em vida. Espero que as pessoas não se enganem e achem que estou cantando só por isso. Escolhi essa canção porque além de ser um ótimo intérprete de músicas dançantes, Michael sabia emocionar com esse tipo de balada, um pouco melancólica. Também foi uma que ouvi muito em fita k7!”, explica Fernanda.

Luz Negra tem direção de Eduardo Zunza e Daniel Veloso com produção musical de John Ulhoa. O DVD conta ainda com clipes, cenas de estrada e bastidores, além de um mini documentário da turnê.

ACABEI DE OUVIR E ADOREI!